Sonetos eternamente....

Olá !!! sejam bem vindos ao meu blog que abrangerá diversas composições de sonetos sobre alegria, melancolia, natureza, cotidiano, temas históricos e principalmente amar, essência do ser humano ; escritos com alma e coração, deixe seu comentário, critica ou sugestão. Obrigado pela visita , estarei sempre esperando por vocês... Abraços :))







sábado, 19 de maio de 2018

Chuva e frio (Rain and Cold)

a aurora anuncia-se no horizonte longínquo, no entanto, véus plúmbeos se impõem..
astro rei misterioso, enigmático está envolto pelos véus que se intensificam... tu não reinarás hoje...
os véus intensificam ainda mais: conjunções, o que direis??? cirrus, nimbus, estratos, cumulus... não sei dizer... tudo nebuloso, enigmático, sombrio, nada me importa...
importa que a terra será banhada...

terra banhada acompanhada por uma brisa gélida do outono que se faz presente...
chuva e frio, frio e chuva, chuva e frio, frio e chuva... melodias, sintonias, harmonias, ohh mãe natureza...
infinita sabedoria; chuva e frio, frio e chuva, chuva e frio, frio e chuva...
pela janela do meu quarto, em devaneios, em silêncio, contemplo-os, chuva e frio, frio e chuva...


chuva e frio, frio e chuva, as gotas transbordam do céu, caem sem parar... chuva e frio, frio e chuva...
banham a terra, banham a minha alma carente de ti, tantas saudade de ti... só chuva e frio, frio e chuva...
a brisa gélida que sopra incessantemente, intensamente, insiste gelar o motor de minha alma, mas, resisto, sou forte, penso em você, diante desta chuva e frio, frio e chuva...

chuva e frio, frio e chuva, continuam lá fora...
indiferentes ao meu drama, a minha agonia, a minha desilusão, a minha solidão...
ahhhh, esta chuva e frio, este frio e chuva do outono, só me resta pensar em ti e em teu corpo caliente para aquecer-me diante desta chuva e frio, frio e chuva.... 





crédito imagem: cadeiranteemprimeirasviagens.wordpress.com 

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Amor Proibido (Forbiden love)

ahhhh, este amor proibido, que surgistes do nada, nesta vida tão imprevisível...
de olhares que se cruzaram, se fitaram, se contemplaram...
de corpos que se desvendaram, se entrelaçaram, se uniram...
almas gêmeas, proibidas, apaixonadas em êxtase, tangendo o impossível, o imprescindível, o imprevisível, o indecifrável...

ahhhh, este amor proibido...
a desafiar a cada segundo, a cada minuto, a cada hora, a cada momento...
era um amor proibido, de tão proibido, era tão apaixonado, provocador, enlouquecedor, sedutor...
tão proibido, tão impensável, tão impossível, tão imprevisível, mas, realizável, decifrável...

ahhhh, este amor proibido...
entre quatro paredes, a brisa noturna atenua a caliência, véus de pureza, mas era um amor proibido...
o plenilúnio reinava majestoso, sublime no céu, as estrelas brilhavam silenciosas, admiradas, pois era um amor proibido...

ahhhh, este amor proibido...
noites frias, ermas, taciturnas, intermináveis, melancólicas; minha alma chora de uma imensa saudade de ti... amor proibido...
pouco importava, ao tempo e aos contratempos, era sublime, era etéreo, era desafiador, era sedutor, era enlouquecedor, mas, era um amor proibido....



Crédito imagem: paixãoeamor.com

sábado, 12 de maio de 2018



Soneto para às mães (Sonnet for mothers)

Mãe, três letras, simplicidade, grandiosidade, afetividade, felicidade, eternidade...és mãe...
maternal, magistral, maravilhosa, meiga, mística, és mãe...
amor, amparo, aconchego... és mãe...
ela, eterna, essencial, exemplar, és mãe...

Mãe...
que nos oferece a tua segurança, teus conselhos, teus ensinamentos...és mãe...
teus abraços, teus carinhos, teu conforto, razão de meu viver... és mãe...
mãe, mulher, companheira, confidente, inseparável, imprescindível, inquestionável... és mãe...

Mãe...
apenas três letras, mas, infinita, eterna...és mãe...
mãe que chora em nossos momentos dificeis, mas, que sorri imensamente em nossas conquistas...és mãe...

Mãe...
é amar e ser amada, é comprender e ser compreendida, é admirar e ser admirada... és mãe...
mãe, por todo o sempre, além das estrelas, além do infinito... és mãe...




Crédito imagem: Psico.Online.



Poema dedicado com carinho em homenagem ao dia das mães, essenciais em nossas vidas..
O poeta
Roberto Alves da Silva 

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Angustia (Anghish)

Angustia, angustia, angustia sem fim, que me atormenta, que me dilacera, que me sufoca...
angustia de tantas incompreensões, negações, decepções...
angustia de arrependimento, angustia de sofrimento, angustia interminável...
ahhhhh, esta angustia que me deixastes num limbo de solidão, cujos grilhões aprisionam minha alma angustiada, amargurada, contrita, taciturna.... véus sombrios... 

angustia...
de ter te amado tanto, tanto, tanto...
de ter cometido erros que lhe feriram tua alma, mas, como minha alma também está ferida e chora de uma saudade ensandecida...
angustia de sentir a falta de teus carinhos, de teu olhar, de teus beijos, de teu abraço aconchegante e de teu corpo suave e delicado... angustia demais...angustia...

angustia...
ahhhh, esta angustia, quisera eu  pudesse voltar no tempo, de tudo como era antes, mas, o tempo é implacável, imperdoável, insensível ao meu drama, ao meu sofrimento, não volta para trás, segue em frente, não perdoa...
angustia de sentir o coração dizer que tu irás embora, angustia demais...

angustia...
angustia das noites frias, vazias... como sinto tua falta meu amor, mas, você mudastes, tuas cicatrizes são as minhas cicatrizes...
angustia de tanto esperar, esperar o tempo...
angustia de a cada segundo, a cada minuto , a cada hora, a cada momento pensar em ti e seres a razão do meu viver, angustia que dói, que dilacera, que sufoca pois não conseguirei viver sem ti, como dói, como dilacera, como sufoca esta interminável angustia....





Crédito imagem: noticias.gospelmais.com.br, 


"o amor é sofredor, é benigno, o amor não é invejoso, o amor não trata em leviandade, não se ensorbebece..."1 Corintios 13:4


quinta-feira, 3 de maio de 2018

Penso somente em você (I only think of you)

penso somente em você...
ahhhh, como penso, razão de meu viver que surgistes para transformar minha vida para sempre...
teu jeito de mulher, teu jeito de menina, dócil, meiga, madura, sedutora, arrebatadora, provocadora...
você, que leva-me as fronteiras da loucura, não posso viver sem você, penso somente em você...

penso somente em você...
ahhhh, como penso, em teus cabelos negros, longos, molhados, perfumados, suaves, envolventes, aconchegantes como a brisa do anoitecer que parece abraçar-me..
ahhhh, como penso, em tuas janelas esverdeadas, tuas jóias que brilham intensamente além da imensidão dos verdes campos de minha terra, sim, como penso em você...
ahhhh, que direis de teus lábios carnudos, calientes, adocicados, que sempre sorris para mim???...

penso somente em você...
que direis de teu corpo delicado, suave, perfumado, misterioso, sedutor, provocador, enlouquecedor...
ahhhh, como penso tanto, tanto, tanto, tanto em você...

penso somente em você...
ahhhh, como penso, a cada segundo, a cada minuto, a cada hora, a cada momento, em teus beijos, em teus abraços, em tua formosura, não consigo te esquecer, penso somente em você...
ahhhh, como penso, penso tanto, em ti, cuja beleza e encanto desafiam o ocaso e o plenilúnio, penso e quero, que nosso amor seja escrito nas estrelas e por toda a eternidade, pois penso somente em você...






Crédito imagem: br.freepik.com

To:S.B.


quinta-feira, 26 de abril de 2018

O banco da praça ( The bank of the Square)


 naquele banco da praça...
agora ermo, lembranças ecoam nos confins de minha alma...
sim, fostes naquele banco que nos encontramos...
há tanto, tanto, tanto tempo...

naquele banco da praça...
a sombra da árvore, uma brisa suave soprava, ouvia-se a melodia dos pássaros, o céu estava azul...
fostes naquele banco que olhei para tuas janelas esverdeadas decifrando teus mistérios, teus encantos, teus fascínios...
olhei para teus cabelos negros, longos, suavemente, delicamente sentia a brisa nos envolver...

naquele banco da praça...
agora ermo, a saudade atormenta-me, sufoca-me, angustia-me, enlouquece-me aos lembrar de teus lábios carnudos, calientes, adocicados como o favo de mel, ahhh, como queria ser uma abelha ensandecida para desvendar estes lábios...

naquele banco da praça...
agora ermo, te abracei, te beijei, intensamente, apaixonadamente, ensandecidamente...
ahhhh, fostes naquele banco, agora ermo, somente folhas que caem e são levadas pelo vento impiedoso, a nostalgia aquece minha alma que se apaixonastes, que este amor ecoes por toda a eternidade e tudo começastes naquele banco da praça...






Credito: chanelfakeblog




terça-feira, 17 de abril de 2018

Ela (She)

Ela...
sempre ela, alma singela...
razão de meu viver, sempre ela...
ela, que surgistes em minha vida, ela que me encanta, que me fascina, que me seduz...

Ela..
penso nela a cada segundo, a cada minuto, a cada hora, a cada momento...
Ahhhh ela, sempre ela, penso somente nela..
Ela,  és bela, sempre ela, minha vida é ela...

Ela...
cujos cabelos negros, molhados, delicados, suaves como a brisa do anoitecer que chega, envolventes, aconchegantes, deslumbrantes...
cujas janelas esverdeadas, inestimáveis jóias de meu viver, fronteiras infinitas da beleza, é ela...

Ela..
de lábios adocidados, serei a abelha ensandecida para desfrutar de teu favo doce....
de corpo angelical, mas, tão caliente e cheio de enigmas.... é ela...
ela, que sorri para mim como o sol que brilha, que recebes o crespúsculo, o majestoso plenilúnio, ela, somente eu e ela, pois que nosso amor ecoes por toda a eternidade, somente eu e ela...







Credito imagem: dreamstime.com


To: S.B.

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